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BURSITE E QUADRIL

Bursite na lateral do quadril causa dor na região do fêmur e atrapalha corrida. Mais frequente em mulheres de meia idade, síndrome da dor trocantérica ocorre devido ao desalinhamento da coxa durante a prática da atividade física.

Colunistas - 13/mar/2020

Bursite na lateral do quadril causa dor na região do fêmur e atrapalha corrida. Mais frequente em mulheres de meia idade, síndrome da dor trocantérica ocorre devido ao desalinhamento da coxa durante a prática da atividade física.

Bursite assola corredores (Foto:divulgação)

Bursite é o termo que designa a inflamação de uma bursa, espécie de bolsa com pequena quantidade de líquido encontrada em regiões de atrito do corpo, como a área entre tendões e ossos.

Na região lateral do quadril, próxima a uma proeminência óssea denominada trocanter maior do fêmur, encontra-se a bursa trocantérica, que pode inflamar em corredores. A bursite trocantérica gera dor durante a corrida, ao subir escadas e à palpação da lateral do quadril, podendo gerar também um incômodo ao dormir de lado.

A inflamação dessa bursa é, em geral, acompanhada de inflamação também em outras estruturas próximas, como tendões, músculos e fáscias. Por isso, atualmente ela está sendo chamada de síndrome da dor trocantérica, que é mais frequente em mulheres de meia idade.

A bursite trocantérica em corredores é causada principalmente pelo atrito da banda iliotibial (faixa fibrosa, como um grande tendão) na região lateral do quadril, gerando pequenos traumas na bursa. Este atrito exagerado ocorre devido ao desalinhamento da coxa durante a corrida, que é causado por fraqueza muscular ou falta de controle do músculo glúteo médio (lateral do quadril).

O tratamento fisioterapêutico envolve, inicialmente, o controle da inflamação da bursa com repouso, aplicação de gelo e laser de baixa potência. Após a melhora da inflamação, é preciso fortalecer a musculatura e corrigir o padrão de corrida, a fim de amenizar o atrito na região do quadril.

O fortalecimento do músculo glúteo médio (abdutor do quadril) pode ser feito na posição deitada, elevando-se a perna esticada para cima. Além do fortalecimento, este também músculo deve ser treinado para contrair-se no momento correto durante a corrida, mantendo a pelve e a coxa alinhadas. Isso pode ser feito através de exercícios de afundo e pequenos saltos para frente, mimetizando o movimento da corrida, sempre buscando a manutenção do alinhamento corporal.

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Repassando – José Carlos Varela
Professor de Educação Física, Especialista em Treinamento Desportivo e Personalizado. CREF 014099-G/PR.

Treinador Federação Paranaense de Atletismo – FPA
Confederação Brasileira Atletismo – CBAt – IAAF Nível 1- registro n.o 1084
Atleta Corredor Maratonista FPA e CBAt registro nr. 2364
34 MARATONAS e 2 SUPERMARATONAS DE 50 KMS ATÉ novembro de 2017: Aqui
Proprietário ESCRITÓRIO da Varela Esportes Assessoria Esportiva (www.varelaesportes.com.br).
CREF 003410-PJ/PR – CONFEF: Aqui

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